Eu vivo onde?
Onde nao tem ninguem
Onde o vento nao sopra
Onde nao passa nem trem
Vivo longe de onde
De onde nao vejo quem vem
Quem vem, nao se sabe de onde
Pra onde, certeza nao tem
Um dia sabia pra onde
Pra onde queria eu ir
Pra onde a brisa macia
Soprava querendo subir
Subiu, desceu... chegou onde?
Onde nao sei
Onde nao sou
Onde nao existo.
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
segunda-feira, 27 de abril de 2009
Saudade
Se há uma palavra difícil de definir, esta palavra é 'saudade'. Seu significado não é apenas sentir falta, seu significado abrange o infinito. Ela pode ser atribuída não apenas à pessoas, como também a objetos, a momentos, a animais, a tudo que se possa imaginar, a tudo que se possa tocar ou não... a tudo que há de real ou irreal. Quando se sente saudade, com ela vem uma espécie de dor... mas , esta dor, ao contrário de muitas outras, é uma dor não física, é uma dor n'alma... uma dor, muitas vezes, gostosa de se sentir.. embora se sinta e se sofra... se doa.
Doa-te a tua saudade
Por mais que ela te doa.
sábado, 25 de abril de 2009
domingo, 1 de março de 2009
Quem eu sou?
Sou aquele mesmo que você conheceu
Sou aquele de quem você esqueceu
Vivi por tempos nas sombras
Com medo de ser
Andei na chuva
Corri na areia
Queimei no fogo
Que à alma incendeia
Um dia voltei
Voltei com um novo fôlego
Para cair novamente, eu voltei
Hoje, eu sei que existo, não sou só um ator
Hoje, eu sei que resisto
Saudade... eu sou o Amor.
Sou aquele de quem você esqueceu
Vivi por tempos nas sombras
Com medo de ser
Andei na chuva
Corri na areia
Queimei no fogo
Que à alma incendeia
Um dia voltei
Voltei com um novo fôlego
Para cair novamente, eu voltei
Hoje, eu sei que existo, não sou só um ator
Hoje, eu sei que resisto
Saudade... eu sou o Amor.
sábado, 14 de fevereiro de 2009
Men at work
Trac trac trac, bate o martelo no metal
Não para o metal de ganhar forma
Enquanto a cabeça
A cabeça se deforma
Tum tum, tum tum
O coração bate
No compasso do martelo
Que miséria, que remédio
Enquanto o som não cessa
Lá vem outra remessa
Tum trac, trac tum
Fim do dia
O martelo descansa
E a cabeça, a cabeça não.
Não procure rima... esta vida rima com nada.
Não para o metal de ganhar forma
Enquanto a cabeça
A cabeça se deforma
Tum tum, tum tum
O coração bate
No compasso do martelo
Que miséria, que remédio
Enquanto o som não cessa
Lá vem outra remessa
Tum trac, trac tum
Fim do dia
O martelo descansa
E a cabeça, a cabeça não.
Não procure rima... esta vida rima com nada.
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Love me
Love me when I don't deserve it, for that is when I need it the most.
Novamente, você não está. Novamente, você deu às costas, bateu a porta. Isso está virando hábito. Sei que nem sempre tenho razão. Mas, você sempre a perde... se é que um dia a teve. Olha para mim, sou eu. Lembra? Costumávamos rir juntos. Dizíamos que estaríamos sempre ali, um para o outro. E agora, cadê você? Agora que é quando eu mais preciso, quando, de repente, eu não mereça. Se você não está aqui, eu estou. Não queira que eu ache a minha companhia mais interessante que a sua. Pois, quando isto acontecer... ah, nem queira saber.
Are you open?
You only see what your eyes want to see
How can life be what you want it to be?
You're frozen, when your heart's not open
Você está aberto ao novo? Até que ponto o novo pode ser absolutamente novo? Acima de tudo, você conseguiu se livrar do velho? Ai, intermináveis questionamentos de uma mente inquieta. Quantas vezes, ficamos achando que estamos abertos ao novo, quando na verdade, estamos fazendo constantes comparações com o passado. Será que isso é bom ou ruim? Bem, o importante é não se deixar congelar. Cá estou eu, falando, enquanto abro, na base da picareta, um caminho de saída do meu congelador (risos). But, please, don't be so damn cold.... listen to your heart, be happy!
How can life be what you want it to be?
You're frozen, when your heart's not open
Você está aberto ao novo? Até que ponto o novo pode ser absolutamente novo? Acima de tudo, você conseguiu se livrar do velho? Ai, intermináveis questionamentos de uma mente inquieta. Quantas vezes, ficamos achando que estamos abertos ao novo, quando na verdade, estamos fazendo constantes comparações com o passado. Será que isso é bom ou ruim? Bem, o importante é não se deixar congelar. Cá estou eu, falando, enquanto abro, na base da picareta, um caminho de saída do meu congelador (risos). But, please, don't be so damn cold.... listen to your heart, be happy!
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